"POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA SÓ É FEITA COM POLICIAIS BEM PAGOS" foi o que disse o então candidato ao Governo do Rio, Sérgio Cabral, antes de um concurso para Inspetores da Polícia Civil. O encontro aconteceu em Julho de 2006.
O POLÍTICO TEM QUE TER COMPROMISSO COM AS COISAS QUE FALA EM CAMPANHA!
PISO REGIONAL - LEI Nº 5.168, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2007 - Uma proposta alternativa
Se aplicado o piso salarial previsto em lei para os trabalhadores do RJ que não o tenham definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho como base para o soldo do Soldado PM/BM classe C (nível 1 - R$447,25 - devido aos trabalhadores agropecuários e florestais, teríamos na PMERJ e no CBMERJ salários bem melhores.
Por exemplo, com relação à carreira de praça: um Soldado aluno ("recruta") ganharia R$ 1.213,20; um Soldado (formado) sem triênio ganharia R$ 1.516,51; o Soldado com 1 triênio ganharia R$ 1.668,16 e com 2 triênios R$ 1.751,56; o Cabo ganharia R$ 2.208,96, o 3º Sargento R$ 3.235,93, o 2º Sargento R$ 3.744,19 e o 1º Sargento R$ 4.663,60; um Subtenente ganharia R$ 5.078,89, um 2º Tenente QOA ganharia R$ 5.845,35 e um 1º Tenente QOA R$ 6.758,13. O Capitão QOA ganharia R$ 8.113,05 e o Major QOA R$ 9.572,66.
Os Militares Estaduais precisam cobrar as promessas do Sérgio Cabral, pois ele usou a Segurança Pública para se eleger.
O Tenente Melquisedec está cobrando uma coisa que todo mundo deveria cobrar, inclusive quem não é militar, pois todos os cidadãos fluminenses são clientes da PMERJ e do CBMERJ!
É preciso convocar o cidadão fluminense, destinatário final dos serviços prestados pelas corporações militares, para se engajar na luta pelo resgate da cidadania dos militares estaduais.
Salário Mínimo Necessário (Janeiro de 2008): R$ 1.924,59.
Fonte de pesquisa: http://www.dieese.org.br/rel/rac/salminfev08.xml
DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
Considerando que a vida é o bem mais precioso que DEUS deu ao homem e que arriscá-la por seu semelhante é a maior demonstração de amor ao próximo, como cidadão brasileiro apolítico, defendo a seguinte tese a respeito do trabalho policial:
PREMISSA BÁSICA: o Policial deve ser o profissional com a maior remuneração entre todas as profissões do mercado de trabalho, pelo menos no que se refere ao funcionalismo público. JUSTIFICATIVA: entre as mais variadas profissões, a única delas em que o sujeito arrisca sua própria vida em prol da vida de seu semelhante é a do POLICIAL (ainda mais nos dias de hoje com o crescimento vertiginoso dos índices de violência nas grandes cidades e em todo o mundo). E os bombeiros? Os bombeiros, não menos importantes na estrutura social, enfrentam o fogo e outros sinistros, mas, via de regra, não se deparam com situações de confronto com bandidos. Já o policial, ao contrário, além de conviver rotineiramente com situações de violência explicita, por vezes, apaga fogo e salva vítimas de sinistro. Como se não bastasse as armas sofisticadas dos bandidos e o desprestígio social, o policial tem que enfrentar ainda uma gama enorme de "colarinhos brancos", cuja função, em um ambiente com ar-condicionado e outras mordomias, é, entre outras, exatamente a de flagrar erros policiais para gritar aos quatro cantos (em praça pública ou para os seus discípulos nas universidades) que "peitou" a polícia, defendeu os direitos humanos e pôs um ditador atrás das grades, ou coisa que o valha. Não resta dúvida de que há profissões de enormes responsabilidades e de extrema relevância para a vida cotidiana, como, por exemplo, a de lixeiro, mas nenhum caso é semelhante ao do POLICIAL. O médico tem um papel fundamental na sociedade, especialmente para quem está doente, porém, mesmo ele, no desempenho de suas atribuições normais em momento algum põe em risco sua própria vida para salvar seu semelhante. Dentro dessa ótica, querendo ou não, é bastante provável que em breve a sociedade seja obrigada a admitir que estamos à beira de um caos social e que chegamos em um beco sem saída. Ou a sociedade desperta desse profundo estado de sono em que se encontra e exalta aqueles que estão dispostos a defendê-la com o sacrifício da própria vida, ou os cidadãos de bem chorarão lágrimas de sangue em volta dos esquifes de seus entes queridos. Ou se dá o devido valor à polícia, ou a corrupção tomará proporções gigantescas e incontroláveis, de tal modo que o poder paralelo imporá aos cidadãos toda sorte de desrespeito aos seus "direitos" constitucionais, "governando" através da lei do silêncio e do medo. É preciso esclarecer à sociedade que quando um cidadão comete algum deslize, em algum momento do convívio social, é melhor que ele seja enquadrado por um policial (até com a arma em punho, se necessário) do que estar na mira da pistola de um marginal, cujos valores morais são completamente deturpados e quase sempre, sem dó nem piedade, age sob efeito de entorpecentes. Ai de nós se a POLÍCIA cruzar os braços...
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons". (Martin Luther King)
3 comentários:
Promessas de campanha não cumpridas
"POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA SÓ É FEITA COM POLICIAIS BEM PAGOS" foi o que disse o então candidato ao Governo do Rio, Sérgio Cabral, antes de um concurso para Inspetores da Polícia Civil. O encontro aconteceu em Julho de 2006.
O POLÍTICO TEM QUE TER COMPROMISSO COM AS COISAS QUE FALA EM CAMPANHA!
PISO REGIONAL - LEI Nº 5.168, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2007 - Uma proposta alternativa
Se aplicado o piso salarial previsto em lei para os trabalhadores do RJ que não o tenham definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho como base para o soldo do Soldado PM/BM classe C (nível 1 - R$447,25 - devido aos trabalhadores agropecuários e florestais, teríamos na PMERJ e no CBMERJ salários bem melhores.
Por exemplo, com relação à carreira de praça: um Soldado aluno ("recruta") ganharia R$ 1.213,20; um Soldado (formado) sem triênio ganharia R$ 1.516,51; o Soldado com 1 triênio ganharia R$ 1.668,16 e com 2 triênios R$ 1.751,56; o Cabo ganharia R$ 2.208,96, o 3º Sargento R$ 3.235,93, o 2º Sargento R$ 3.744,19 e o 1º Sargento R$ 4.663,60; um Subtenente ganharia R$ 5.078,89, um 2º Tenente QOA ganharia R$ 5.845,35 e um 1º Tenente QOA R$ 6.758,13. O Capitão QOA ganharia R$ 8.113,05 e o Major QOA R$ 9.572,66.
Os Militares Estaduais precisam cobrar as promessas do Sérgio Cabral, pois ele usou a Segurança Pública para se eleger.
MILITAR NÃO É PALHAÇO!
O Tenente Melquisedec está cobrando uma coisa que todo mundo deveria cobrar, inclusive quem não é militar, pois todos os cidadãos fluminenses são clientes da PMERJ e do CBMERJ!
É preciso convocar o cidadão fluminense, destinatário final dos serviços prestados pelas corporações militares, para se engajar na luta pelo resgate da cidadania dos militares estaduais.
Salário Mínimo Necessário (Janeiro de 2008): R$ 1.924,59.
Fonte de pesquisa: http://www.dieese.org.br/rel/rac/salminfev08.xml
DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
Considerando que a vida é o bem mais precioso que DEUS deu ao homem e que arriscá-la por seu semelhante é a maior demonstração de amor ao próximo, como cidadão brasileiro apolítico, defendo a seguinte tese a respeito do trabalho policial:
PREMISSA BÁSICA: o Policial deve ser o profissional com a maior remuneração entre todas as profissões do mercado de trabalho, pelo menos no que se refere ao funcionalismo público.
JUSTIFICATIVA: entre as mais variadas profissões, a única delas em que o sujeito arrisca sua própria vida em prol da vida de seu semelhante é a do POLICIAL (ainda mais nos dias de hoje com o crescimento vertiginoso dos índices de violência nas grandes cidades e em todo o mundo).
E os bombeiros? Os bombeiros, não menos importantes na estrutura social, enfrentam o fogo e outros sinistros, mas, via de regra, não se deparam com situações de confronto com bandidos.
Já o policial, ao contrário, além de conviver rotineiramente com situações de violência explicita, por vezes, apaga fogo e salva vítimas de sinistro.
Como se não bastasse as armas sofisticadas dos bandidos e o desprestígio social, o policial tem que enfrentar ainda uma gama enorme de "colarinhos brancos", cuja função, em um ambiente com ar-condicionado e outras mordomias, é, entre outras, exatamente a de flagrar erros policiais para gritar aos quatro cantos (em praça pública ou para os seus discípulos nas universidades) que "peitou" a polícia, defendeu os direitos humanos e pôs um ditador atrás das grades, ou coisa que o valha.
Não resta dúvida de que há profissões de enormes responsabilidades e de extrema relevância para a vida cotidiana, como, por exemplo, a de lixeiro, mas nenhum caso é semelhante ao do POLICIAL.
O médico tem um papel fundamental na sociedade, especialmente para quem está doente, porém, mesmo ele, no desempenho de suas atribuições normais em momento algum põe em risco sua própria vida para salvar seu semelhante.
Dentro dessa ótica, querendo ou não, é bastante provável que em breve a sociedade seja obrigada a admitir que estamos à beira de um caos social e que chegamos em um beco sem saída.
Ou a sociedade desperta desse profundo estado de sono em que se encontra e exalta aqueles que estão dispostos a defendê-la com o sacrifício da própria vida, ou os cidadãos de bem chorarão lágrimas de sangue em volta dos esquifes de seus entes queridos.
Ou se dá o devido valor à polícia, ou a corrupção tomará proporções gigantescas e incontroláveis, de tal modo que o poder paralelo imporá aos cidadãos toda sorte de desrespeito aos seus "direitos" constitucionais, "governando" através da lei do silêncio e do medo.
É preciso esclarecer à sociedade que quando um cidadão comete algum deslize, em algum momento do convívio social, é melhor que ele seja enquadrado por um policial (até com a arma em punho, se necessário) do que estar na mira da pistola de um marginal, cujos valores morais são completamente deturpados e quase sempre, sem dó nem piedade, age sob efeito de entorpecentes.
Ai de nós se a POLÍCIA cruzar os braços...
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons". (Martin Luther King)
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